Noite, cerveja, lagoa. A toa, sou artigo, crítica e crônica a meditar... O vento bate, fecho meus olhos e enxergo o quão bom vem de longe, são pequenas particulas e moléculas, que feito purpurina pairam no ar...Parece Prozac, mas não é.
“Te vejo em tudo o que o vento movimenta.”
Salgo-me na espuma marítima.
Não, não, não. Não controlo minhas enxaquecas, náuseas e lá vem o vômito verde de heresia, rodando em volta do meu quarto iluminado. Estou sentado no canto, refletindo sobre a vida estranha e louca, ela é do tamanho de uma merda? Ou é uma merda maior?
Por dentro: um prenúncio e teias de aranha. A minha inspiração é, ops. Sempre foi defeituosa e cheia de manias megalomaniacas, ela adora brincar e me enlouquecer naturalmente. Odeio mesmo a sensatez, ela me faz tão normal. Óbvio é sair do ócio. Mas como?
Artigo, crítica, crônica. Um de cada vez, todos ao mesmo tempo. Sinto uma explosão dentro de mim, vida e morte, doença e cura, tristeza e alegria, tudo na mesma canção, tudo no mesmo eu... Assim como nunca estive tão avontade para ir além... Escolho o caminho que ninguém vai, passo pelos canaviais e com meu facão decepo a minha criação pra você montar o quebra-cabeça. Amanheça comigo.
Viu só? Aqui, você pode ser qualquer coisa. Artigo, crítica, crônica, até mesmo a poesia de um simples poema. Veja o meu caso, aqui, sou o proprietário do tempo e espaço.
Consegues me ver sangrar?
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Dentro pra fora, fora pra dentro.
Inspira. Respira: anais da sociedade.
A minha foi auto-sacrificada...Aliviada, no céus, super-inflada.
Começo a me desordenar. Vejo pessoas marchando pelos centros, como robôs, secos e frios sem a mínima expressão.Ação sem reação. Papéis pelo chão, mal humor passa pelo ar feito gripe A, e eu, canto algo dos anos 90 como remédio imediato.
Paredes pichadas, idéias não concretizadas, fome jogada ao chão.
-Pausa.Sou jovem mais uma vez.-
Só quero saber, por que meu pensamento está aqui e não ali? Não ligo, não me importo.Pela primeira vez posso ver a cor do vento...Aprendi a voar, com você. Obrigado.
-Ignição de mim. Até ano que vem!-
Pela janela do ônibus, esperança, sim. Quem sabe pra sempre. O calor que que se aboleta na gente me faz sentir um fiozinho de vida, as cicatrizes de navalha se foram, não vejo mais aquele ciclo vicioso e pessimista... Sem mordaça, poeta e imperfeito. Qual seria teu efeito?
Bonita. Meus olhos de verão, são seus, como nunca foram de alguém. Queria tanto que você soubesse que viajo contigo para onde você for, me ponho na sua mochila e se tu quiseres, simplesmente vou. Deslizo teu rosto com minhas mãos anêmicas e dedos gravitacionais, desenho teu nome no suor das vidraças, ao lado do meu. Sou jovem e criança ao mesmo tempo, tudo isso numa explosão de sentir.
Lon ge.
Perto.
Incerto.
Dentino. Ou não?
Aonde quer que o mundo nos leve, leve com você, bonita, vou estar. Noto a sua arquitetura, branca e recíproca, nela estaciono agora... Sim, eu sei, que você sabe e isso me faz feliz, como um banho de chuva seguido do mar.
“Você é um sonho pra mim, um sonho pra mim...”*
*The Cramberries – Dreams.
A minha foi auto-sacrificada...Aliviada, no céus, super-inflada.
Começo a me desordenar. Vejo pessoas marchando pelos centros, como robôs, secos e frios sem a mínima expressão.Ação sem reação. Papéis pelo chão, mal humor passa pelo ar feito gripe A, e eu, canto algo dos anos 90 como remédio imediato.
Paredes pichadas, idéias não concretizadas, fome jogada ao chão.
-Pausa.Sou jovem mais uma vez.-
Só quero saber, por que meu pensamento está aqui e não ali? Não ligo, não me importo.Pela primeira vez posso ver a cor do vento...Aprendi a voar, com você. Obrigado.
-Ignição de mim. Até ano que vem!-
Pela janela do ônibus, esperança, sim. Quem sabe pra sempre. O calor que que se aboleta na gente me faz sentir um fiozinho de vida, as cicatrizes de navalha se foram, não vejo mais aquele ciclo vicioso e pessimista... Sem mordaça, poeta e imperfeito. Qual seria teu efeito?
Bonita. Meus olhos de verão, são seus, como nunca foram de alguém. Queria tanto que você soubesse que viajo contigo para onde você for, me ponho na sua mochila e se tu quiseres, simplesmente vou. Deslizo teu rosto com minhas mãos anêmicas e dedos gravitacionais, desenho teu nome no suor das vidraças, ao lado do meu. Sou jovem e criança ao mesmo tempo, tudo isso numa explosão de sentir.
Lon ge.
Perto.
Incerto.
Dentino. Ou não?
Aonde quer que o mundo nos leve, leve com você, bonita, vou estar. Noto a sua arquitetura, branca e recíproca, nela estaciono agora... Sim, eu sei, que você sabe e isso me faz feliz, como um banho de chuva seguido do mar.
“Você é um sonho pra mim, um sonho pra mim...”*
*The Cramberries – Dreams.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Qualquer coisa entre o Céu e o Infinito.
A natureza se modifica, mas nunca deixa de funcionar em sincronia. Os barulinhos dos matos, o cantar dos grilos , a lagoa, especialmente ela, essa vida que me invadiu nessa manhã de sábado...
Ao natural, fui posto pra secar. Tudo bem, afinal é verão.
Redobre a atenção. Vou dar uma festa de magia pra você. Os ventos aqui, no presente, estão serenos, as nuvens são alegrias doces no céu mais intenso que eu já senti. És bela, oh Floripa!
Mar-gulho. Dentro “deu”, novos caminhos abençoados.
Parando pra pensar...O vento soy yo. Vou soprar, chegar até o belo caminho da tua afeição, colorido e mágico, estás nos meus intensos devaneios e nos insanos eu-diálogos sóbrios.
(Todos dormem, me torno arte)
Transformação unânime. Morrendo um pouco pra ir além...
Espero o dia chegar, só, com as mariposas. Bêbado de pensamentos sóbrios, copos vazios que enchem a imaginação, churrasco que virou cinza , agora, bomba brisa. Não por isso, sou mais poeta que nunca... Minha entrega é assim, sincera. E me pergunto em voz alta ”como podes tanto amor?”: nós, o seres humanos, tentamos explicar... Em vão. Me vejo só-zinho, pequenino, querendo sentir a dor dessa manhã...
Alguém disse “tu és o cúmulo dos modernistas”... Não sei se hoje, ou amanhã, mas me renovo a cada linha. Acabado, me acabo. Pago sim, o preço por ser poeta. Feito Cobain, me mato, faço-me Faulkner e volto a novela da vida, mas não adianta, esse desejo atolado no palácio da locura torna-se real, animal, canibal de inspiração...
É alegria e tristeza, feito bolsa de valores. (Meu coração)
Matamos um rato a pauladas (foi como no palco), o sangue no chão se confundindo com o malbec e como o sábado que virou domingo, timidamente lindo. Amém.
Morrendo um pouco pra ir além...Fumo, fumo, fumo. Bebo também. Drogo-me com a minha estérica ação, milhares de pensamentos e solos de guitarra. Falo-me, só, com sujeira
(Engane alguém com o seu talento. O meu, eu vendo a prazo e ainda gozo.)
Pois bem, longe do capitalismo, faço amor comigo mesmo. E num mundo de criança, amamos e nada mais. A vida é feita pelas belas coisas simples, assim como a prosa que sei o desenho decór e agora você também.
Como é prazeroso, ébrio, se entregar. Mesmo triste e sem pretexto, esse texto me fez. Alguém e outrem igual a todo mundo.
De pulo em pelo, pelas nuvens, rotulo os anjos e formulo o infinito.
A poeisa faz fácil, beijar o céu e amar o impossível...
Ao natural, fui posto pra secar. Tudo bem, afinal é verão.
Redobre a atenção. Vou dar uma festa de magia pra você. Os ventos aqui, no presente, estão serenos, as nuvens são alegrias doces no céu mais intenso que eu já senti. És bela, oh Floripa!
Mar-gulho. Dentro “deu”, novos caminhos abençoados.
Parando pra pensar...O vento soy yo. Vou soprar, chegar até o belo caminho da tua afeição, colorido e mágico, estás nos meus intensos devaneios e nos insanos eu-diálogos sóbrios.
(Todos dormem, me torno arte)
Transformação unânime. Morrendo um pouco pra ir além...
Espero o dia chegar, só, com as mariposas. Bêbado de pensamentos sóbrios, copos vazios que enchem a imaginação, churrasco que virou cinza , agora, bomba brisa. Não por isso, sou mais poeta que nunca... Minha entrega é assim, sincera. E me pergunto em voz alta ”como podes tanto amor?”: nós, o seres humanos, tentamos explicar... Em vão. Me vejo só-zinho, pequenino, querendo sentir a dor dessa manhã...
Alguém disse “tu és o cúmulo dos modernistas”... Não sei se hoje, ou amanhã, mas me renovo a cada linha. Acabado, me acabo. Pago sim, o preço por ser poeta. Feito Cobain, me mato, faço-me Faulkner e volto a novela da vida, mas não adianta, esse desejo atolado no palácio da locura torna-se real, animal, canibal de inspiração...
É alegria e tristeza, feito bolsa de valores. (Meu coração)
Matamos um rato a pauladas (foi como no palco), o sangue no chão se confundindo com o malbec e como o sábado que virou domingo, timidamente lindo. Amém.
Morrendo um pouco pra ir além...Fumo, fumo, fumo. Bebo também. Drogo-me com a minha estérica ação, milhares de pensamentos e solos de guitarra. Falo-me, só, com sujeira
(Engane alguém com o seu talento. O meu, eu vendo a prazo e ainda gozo.)
Pois bem, longe do capitalismo, faço amor comigo mesmo. E num mundo de criança, amamos e nada mais. A vida é feita pelas belas coisas simples, assim como a prosa que sei o desenho decór e agora você também.
Como é prazeroso, ébrio, se entregar. Mesmo triste e sem pretexto, esse texto me fez. Alguém e outrem igual a todo mundo.
De pulo em pelo, pelas nuvens, rotulo os anjos e formulo o infinito.
A poeisa faz fácil, beijar o céu e amar o impossível...
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Não é uma vergonha?
Ontem eu me li e reli, mas dessa vez com um outro jeito: bipolar...
Conclusão: sou tão pequeno perto de mim mesmo.
(para onde vão as pessoas quando elas morrem?)
Céu. Estrela cadente. Anjo sem asas.
A água da lagoa, cristalina que só ela, me viu chorar pela primeira vez em câmera lenta, como todo o sofrimento. Derretendo de baixo pra cima, essa implosão ocupa todo meu espaço físico e suga todo o psicológico. Os astros se movem em queda livre rumo a minha felicidade artificial.... De todo o meu lixo poético, você até que cheira bem.
Fora de alcance, minha sanidade.
Meu ângulo é subjetivo e está dopado.
Posso ser você, me transformar no que tu és, até masturbá-lo ou espancá-lo em verossimilhança. As coisas que você não imagina possíveis, eu faço. Sim, eu faço.
Fora da orbita e dentro da sujeira, minha sanidade. Isso soa repetitivo?
As músicas nunca me entediaram, como agora. Estou velho e ranzinza, cheio de cicatrizes tridimensionais, frases jogadas e sem sentido...
A deriva, minha sanidade.
De todo o meu lixo poético, você até que cheira bem.
Isso soa repetitivo?
Não me vejo nenhuma graça.
Conclusão: sou tão pequeno perto de mim mesmo.
(para onde vão as pessoas quando elas morrem?)
Céu. Estrela cadente. Anjo sem asas.
A água da lagoa, cristalina que só ela, me viu chorar pela primeira vez em câmera lenta, como todo o sofrimento. Derretendo de baixo pra cima, essa implosão ocupa todo meu espaço físico e suga todo o psicológico. Os astros se movem em queda livre rumo a minha felicidade artificial.... De todo o meu lixo poético, você até que cheira bem.
Fora de alcance, minha sanidade.
Meu ângulo é subjetivo e está dopado.
Posso ser você, me transformar no que tu és, até masturbá-lo ou espancá-lo em verossimilhança. As coisas que você não imagina possíveis, eu faço. Sim, eu faço.
Fora da orbita e dentro da sujeira, minha sanidade. Isso soa repetitivo?
As músicas nunca me entediaram, como agora. Estou velho e ranzinza, cheio de cicatrizes tridimensionais, frases jogadas e sem sentido...
A deriva, minha sanidade.
De todo o meu lixo poético, você até que cheira bem.
Isso soa repetitivo?
Não me vejo nenhuma graça.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Ex-cêntrico
Soletrada:
O que dizer?
A ternura é silenciosa.
O medo é gritado.
O amor é sentido.
A dor é doida.
Cantado:
Travestido de vergonha, é o amanhã
poço de diarréia, peido de expressão
mergulho giratório é gostoso e espontâneo
submundo notório é a minha internação
Ei, espere!
tenho uma nova sensação.
Engasgado até o talo com a falta de privacidade
a teoria da aleatoriedade, faz-me rir
sujeito ao acaso, morra de rir
me desintegro, e gosto....
Ei, espere!
tenho uma nova sensação.
Restos de lixo: peixes e sobra de imaginação
colchão com marcas de cigarro, atalho
silêncio vertente de solidão
longe, pra quem está longe....
Ei, espere!
tenho uma nova depravação.
Me arrasto em direção a luz, ela não me vê
na fresta, a aresta de dois olhos castanhos
vai e volta, estica e puxa
todos são estranhos.
Soletrado:
Para onde vão os pensamentos esquecidos?
Estou morrendo. Você sente?
O que dizer?
A ternura é silenciosa.
O medo é gritado.
O amor é sentido.
A dor é doida.
Cantado:
Travestido de vergonha, é o amanhã
poço de diarréia, peido de expressão
mergulho giratório é gostoso e espontâneo
submundo notório é a minha internação
Ei, espere!
tenho uma nova sensação.
Engasgado até o talo com a falta de privacidade
a teoria da aleatoriedade, faz-me rir
sujeito ao acaso, morra de rir
me desintegro, e gosto....
Ei, espere!
tenho uma nova sensação.
Restos de lixo: peixes e sobra de imaginação
colchão com marcas de cigarro, atalho
silêncio vertente de solidão
longe, pra quem está longe....
Ei, espere!
tenho uma nova depravação.
Me arrasto em direção a luz, ela não me vê
na fresta, a aresta de dois olhos castanhos
vai e volta, estica e puxa
todos são estranhos.
Soletrado:
Para onde vão os pensamentos esquecidos?
Estou morrendo. Você sente?
terça-feira, 3 de novembro de 2009
A Poetisa.
Aos olhos de quem vê, a poetisa, é apenas uma mulher. Veste-se com simplicidade e olhares genuínos, têm o sorriso como a sua atração principal. Os passos lentos e os olhos grandes: dois poços de mistérios prontos para darem o ar da graça aonde quer que forem, levando uma atmosfera festiva e luminosa.
A verdade é que, ela, conhece a música interior das palavras. E declamando um poema, chegou ao sistema central dos meus ouvidos, num canto eterno e universal, de harmonia única. Tocando-me, como uma sinfonia de pássaros.
Fico a observar a tua inspiração ao natural, e nela é tão benévolo estar. Os mares, as areias, as casas de pedra, as dores e as alegrias. Que por ela descritas ganham da arte, um tapete vermelho e de mim a mais pura admiração e sentimento.
Nela existe uma maneira intima de pensar e sentir, suas mãos nos criam um novo mundo de possibilidades e sensações. A poetisa tem o que eu chamo de “ autêntico fervor poético”, essa capacidade de fazer-nos viajar sem sair do lugar, de amar e experimentar mesmo a distância. Mulher de pressagio, com a peculiaridade de memorizar um poema muito antes de passar para o papel, guardando no fundo do peito, esperando o momento certo para surpreender mais uma vez.
Sei que sua alma respira os puros ares, mesmos nos lugares mais corrompidos, ela é leve e ressoa num simples sopro, como tua capacidade de ser o que é e nada mais.
Aos olhos de quem vê, a poetisa, é apenas uma mulher.
Aos meus, ela é a lei das estrelas e a fórmula da flor.
A verdade é que, ela, conhece a música interior das palavras. E declamando um poema, chegou ao sistema central dos meus ouvidos, num canto eterno e universal, de harmonia única. Tocando-me, como uma sinfonia de pássaros.
Fico a observar a tua inspiração ao natural, e nela é tão benévolo estar. Os mares, as areias, as casas de pedra, as dores e as alegrias. Que por ela descritas ganham da arte, um tapete vermelho e de mim a mais pura admiração e sentimento.
Nela existe uma maneira intima de pensar e sentir, suas mãos nos criam um novo mundo de possibilidades e sensações. A poetisa tem o que eu chamo de “ autêntico fervor poético”, essa capacidade de fazer-nos viajar sem sair do lugar, de amar e experimentar mesmo a distância. Mulher de pressagio, com a peculiaridade de memorizar um poema muito antes de passar para o papel, guardando no fundo do peito, esperando o momento certo para surpreender mais uma vez.
Sei que sua alma respira os puros ares, mesmos nos lugares mais corrompidos, ela é leve e ressoa num simples sopro, como tua capacidade de ser o que é e nada mais.
Aos olhos de quem vê, a poetisa, é apenas uma mulher.
Aos meus, ela é a lei das estrelas e a fórmula da flor.
Devaneio ao Mundo.
Saiba-o, mundo! Os meus devaneios estão a cada instante mais aflorados. Tenho sofrido em silêncio e buscado em alguém o riso que banha de calma. Não me deixo pensar no que os outros pensam, os outros são os outros, eu sou apenas normal, como eu.
Vejo os prados e a cana do interior, ao longo do longo caminho. A estrada que passa como um livro aberto, leva 3 gerações ao mesmo ideal. A família é sensitiva, posso enxergar nos olhos de cada um uma alegria exclusiva ao me reencontrar.
(Muito obrigado, do fundo do meu estomago nauseado)
O sofrimento faz parte da poesia. Me encontro onde nada pode se encontrar, me transformo onde tudo é único –os padrões são guitarras que gosto de quebrar- sou um mero filho de deus em busca de respostas, ou quem sabe de mais dúvidas.
Melhor confundir, do que remediar... Melhor sentir, do que vontade passar...
Mundão, enquanto meus ossos cresciam, eles doíam. As lágrimas que pingavam se petrificaram no meu rosto esculturando uma dor cega e surda. Tudo bem, porque agora o meu medo não é mais de voar, é sim de viver, e não morrer. Ao longo da estrada, a reflexão tomou conta das beiradas... O pensamento é o meu acostamento…
Ambiente rarefeito, mente com defeito. Não importa, ainda posso sonhar, desenhar nas palavras a imagem da imaginação, porém, eu só queria respirar. É possível?
Pode me humilhar de novo, fique à vontade.
A ela dedico meus minutos antes do sono.
Hora sagrada, cócegas no coração.
E, então, voltei e encontrei o verão.
Vejo os prados e a cana do interior, ao longo do longo caminho. A estrada que passa como um livro aberto, leva 3 gerações ao mesmo ideal. A família é sensitiva, posso enxergar nos olhos de cada um uma alegria exclusiva ao me reencontrar.
(Muito obrigado, do fundo do meu estomago nauseado)
O sofrimento faz parte da poesia. Me encontro onde nada pode se encontrar, me transformo onde tudo é único –os padrões são guitarras que gosto de quebrar- sou um mero filho de deus em busca de respostas, ou quem sabe de mais dúvidas.
Melhor confundir, do que remediar... Melhor sentir, do que vontade passar...
Mundão, enquanto meus ossos cresciam, eles doíam. As lágrimas que pingavam se petrificaram no meu rosto esculturando uma dor cega e surda. Tudo bem, porque agora o meu medo não é mais de voar, é sim de viver, e não morrer. Ao longo da estrada, a reflexão tomou conta das beiradas... O pensamento é o meu acostamento…
Ambiente rarefeito, mente com defeito. Não importa, ainda posso sonhar, desenhar nas palavras a imagem da imaginação, porém, eu só queria respirar. É possível?
Pode me humilhar de novo, fique à vontade.
A ela dedico meus minutos antes do sono.
Hora sagrada, cócegas no coração.
E, então, voltei e encontrei o verão.
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